Poesias Inéditas
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| Poesias Inéditas por Fernando Pessoa |
[editar] Poesias Inéditas (1919 - 1930)
- O grande sol na eira
- Vou em mim como entre bosques
- Sei bem que não consigo
- Vento que passas
- Cai chuva. É noite.
- Tão vago é o vento
- Pousa um momento
- Redemoinha o vento
- O contra-símbolo
- Deixei atrás os erros do que fui
- Se tudo o que há é mentira
- Leve no cimo das ervas
- Glosa
- Parece às vezes que desperto
- O vento tem variedade
- Oscila o incensório antigo
- Se sou alegre ou sou triste?
- Leve no cimo das ervas
- Dói-me quem eu sou
- Tudo o que sinto
- O louco
- Caminho a teu lado mudo
- Olha-me rindo uma criança
- Quero ser livre insincero
- Durmo ou não?
- Ah, a esta alma que não arde
- Teu corpo real que dorme
- Fito-me frente a frente
- Talvez que seja a primavera
- Se eu pudesse não ter o ser que tenho
- Não quero mais que um som de água
[editar] Poesias Inéditas (1930 - 1935)
- Olhando o mar
- Quanto fui jaz. Quanto serei não sou
- Sou o Espírito da treva
- Vendaval
- Cai amplo o frio e eu durmo na tardança
- Sossega! Coração, não desesperes
- Sonhei, confuso, e o sono foi disperso
- Se alguém um dia bater bater à tua porta
- Não quero rosas desde que haja rosas
- A lavadeira no tanque
- Todas as coisas que há neste mundo
- Leve no cimo das ervas
- Cai chuva do céu cinzento
- Eu amo tudo o que foi
- O vento tem variedade
- Se tudo o que há é mentira
- Há um grande som no arvoredo
- Cai chuva no céu cinzento
- Andavam de noite aos beijos
- Parece às vezes que desperto
- Entendo, como um carrocel
- O ruído vário da rua
